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terça-feira, 14 de maio de 2013

Triumph lança novas Daytona 675R e Street Tiple no Brasil




A Triumph apresentou nesta terça-feira (14), em Mogi-Guaçu, SP, as novas gerações de Daytona 675R e Street Triple. Ambos modelos receberam profundas alterações no final de 2012 e chegam ao Brasil, com a montagem de suas unidades em Manaus, na fábrica da empresa britânica. A esportiva Daytona custa a partir de R$ 48.690, enquanto a naked (sem carenagens) parte de R$ 31.900 - ambas com freios ABS de série. "Queremos vender 850 unidades dos novos modelos até o final do ano, 500 da Street Triple e 350 da Daytona", explica Marcelo Silva, gerente geral da Triumph no Brasil, sobre as motos que estarão disponíveis nas concessionárias da empresa a partir de junho. A empresa optou por trazer a versão de entrada da Street Triple - na Europa, existe a Triple R - e a top de linha da Daytona, já que existe opção mais simples da esportiva no exterior. "Fizemos esta opção pois nossa intenção e ter um modelo de entrada e outro top de linha. Dependendo do sucesso deles, as outras versões pode vir", acrescenta Silva. 

Os lançamentos já estão sendo montados, por sistema CKD (Complete Knock Down, ou, completamente desmontados, em português) em Manaus. Enquanto os kits de peças da Daytona vêm da Inglaterra, os da Street são fabricados na Tailândia. De volta ao país desde o ano passado, agora com subsidiária própria no país e fábrica em Manaus, a empresa terá com a chegada destas duas motos oito modelos à venda no Brasil. Durante o anúncio oficial da chegada da marca, em 2012, seis modelos foram apresentados: Tiger 800XC, Tiger Explorer, Speed Triple, T100 Bonneville, Thunderbird e Rocket III. Falando sobre mais lançamentos da empresa para o Brasil, o executivo foi enfático. "Teremos mais novidades no Salão Duas Rodas", disse Silva. 

A nova geração da esportiva da Triumph fez sua estreia no Salão de Milão 2012. Segundo a marca, desde o chassi da moto, passando por visual e motor, tudo foi alterado na Daytona. Ela chega ao mercado brasileiro mantendo o propulsor de três cilindros, configuração tradicional da fabricante britânica, mas com potência aumentada para 128 cavalos, 3 cv a mais que no antigo modelo - a geração anterior chegou a ser vendida no Brasil pelo Grupo Izzo O torque também ficou mais forte, aumentando em 0,2 kgfm, e agora atinge pico de 7,64 kgfm. Pesando 1,5 kg a menos que sua antecessora, a nova Daytona pesa 184 kg em ordem de marcha (com fluídos e combustível no tanque). Com freios ABS de série, que é possível ser desligado, é ideal para pilotagem em circuito. 

A versão R disponível no Brasil traz freios e suspensões de primeira linha, das "grifes" Brembo e Öhlins, respectivamente. A esportiva vem equipada com "quickshifter" de série, dispositivo que possibilita a troca de marchas, quando se aumento a marcha, sem o acionamento da embreagem ou redução do acelerador. O pacote traz ainda embreagem anti-deslizante, que evita o travamento da roda traseira nas reduções de marcha, e assistida, proporcionando maior leveza no comando. Segundo a empresa, foram três anos desenvolvendo o modelo e o chassi é novo, com distribuição de massas melhorada. A estética da motocicleta ficou mais moderna é perdeu um pouco das linhas arredondadas, que passaram a ser mais retas. As suspensões também são novas e possuem bengala invertida na dianteira e monoamortecedor na traseira – ambos com múltiplas regulagens. O câmbio é de seis velocidades e o tanque comporta até 17,4 litros. 

De acordo com a empresa britânica, a naked Street Triple, que teve a nova versão lançada no Salão de Colônia 2012, ganhou novo chassi, melhorando o desempenho dinâmico da moto - a moto está 6 kg mais leve que o modelo anterior, com 183 kg. A Triumph informa que houve uma redistribuição das massas, por exemplo, o novo escape está agora em posição mais baixa, contribuindo para melhorar a estabilidade da moto. O motor tem a mesma base do tricilíndrico de 675 cm³ da Daytona, com refrigeração líquida e injeção eletrônica. O propulsor gera 85 cavalos de potência no Brasil. De acordo com a empresa, existem versões com 105 cavalos e 95 cavalos no exterior. "Tivemos que fazer alterações no sistema de escape, devido às regras de emissões de ruídos do Brasil", explicou Cláudio Peruche, gerente de pós-vendas da Triumph.